Torat HaAdam do Ramban: doença, luto e retribuição
Torat HaAdam (תורת האדם), “A lei do homem”, é a obra do Ramban do século XIII sobre as leis do fim da vida: o tratamento de um moribundo no Shabat, a confissão, o sepultamento e o luto.
Ficha rápida
| Título | Torat HaAdam (“A lei do homem”) |
| Autor | Rabi Moshé ben Nachman (Ramban, Nachmânides) |
| Século | XIII |
| Primeira impressão | Istambul, 1519 (segundo o Sefaria) |
| Gênero | Halachá (lei judaica) |
Autoridade
O Sefaria assinala que o livro foi considerado uma fonte essencial de autoridade, citado frequentemente pelos sábios medievais e incorporado por Rabi Yaakov ben Asher e Rabi Yosef Caro aos seus códigos, o Arbaá Turim e o Shulchan Aruch.
O título
O título Torat HaAdam (provavelmente uma alusão a II Samuel 7:19) não aparece nos manuscritos, mas aparece na folha de rosto da primeira edição impressa. Outros sábios medievais também se referem à obra com esse nome.
Estrutura
Segundo o índice do Sefaria há uma introdução e quatro portas: a porta da enfermidade (Shaar HaMichush), a porta do fim (Shaar HaSof), a porta do luto (Shaar HaEvel) e a porta da retribuição (Shaar HaGmul).
Shaar HaGmul
A última porta trata da recompensa e do castigo, da teodiceia, do céu e do inferno, e da vida depois da morte. A Wikipédia a descreve como o último capítulo de Torat HaAdam, dedicado à escatologia.
Perguntas frequentes
Do que trata Torat HaAdam?
Das leis da doença grave, da morte, do sepultamento e do luto, e termina com uma porta sobre a retribuição.
Quem o escreveu?
O Ramban, no século XIII.
Fontes
- Torat HaAdam, ficha e índice no Sefaria
- Nahmanides, artigo de referência (Wikipédia em inglês)